O percentual de eleitores aptos que deixa de escolher um nome ou uma legenda para representá-lo na Câmara dos Deputados vem aumentando. Em 2002, dos eleitores que compareceram às urnas, a soma dos votos em branco e dos nulos foi de 8%. Em 2014, chegou a 15%, quase o dobro.
“Votar branco ou nulo significa invalidar o voto. Hoje em dia, não há diferença entre votos brancos e nulos, eles simplesmente são votos inválidos”, diz o consultor legislativo da Câmara Roberto Pontes. “Os eleitores que votam dessa forma demonstram, com esse ato, o inconformismo e a insatisfação com o modelo, com os candidatos, enfim, com o quadro político em geral.”
Quando se considera ainda a abstenção geral das últimas quatro eleições, tudo somado indica que em 2002 praticamente um em cada quatro eleitores aptos deixou de expressar, nas urnas eletrônicas, a sua representação na Câmara – seja por meio da escolha nominal de candidato ou candidata, seja por meio do voto em legenda. Em 2014, um em cada três eleitores aptos adotou essa posição.
Estaria aumentando, então, o desinteresse do eleitor pela escolha de deputados e deputadas? “Certamente”, afirma o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). “Há na sociedade um questionamento dos políticos de maneira geral e dos detentores de mandato em particular, mas boa parte das pessoas que desejam uma renovação nem sequer vai votar”, continua.
Na opinião de Antonio Queiroz, nessas condições o Congresso acaba com menor legitimidade do que teria se todos votassem. “É necessária uma reforma política para acabar com a descrença do eleitorado nas instituições”, diz. “É preciso mudanças que valorizem o eleitor, garantam a prestação de contas e promovam alternância de poder, com equidade entre os candidatos.”
Fundo Partidário
Na contramão da tendência do eleitorado, em 2018 a disputa para a Câmara ganha importância para as legendas, porque, a partir do ano que vem, elas poderão perder o direito de receber recursos do Fundo Partidário e o acesso ao horário gratuito de rádio e TV caso não atinjam as determinações da chamada cláusula de desempenho. As mudanças estão previstas na Emenda Constitucional 97.
De acordo com a EC 97, para garantir os recursos e o tempo de propaganda gratuita, os partidos terão que ter, no mínimo, 1,5% dos votos válidos para a Câmara na eleição deste ano. Os votos devem estar distribuídos em, pelo menos, nove unidades federativas diferentes (estados e Distrito Federal), e com o mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma.
Neste ano, 35 partidos disputarão as vagas para a Câmara. Em 2014, foram 32, dos quais 4 não conseguiram eleger nenhum parlamentar. Se os atuais critérios estivessem em vigor naquela época, 14 partidos teriam ficado de fora da distribuição dos recursos.


O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tem a menor avaliação positiva entre os chefes do Executivo das oito maiores capitais do Brasil, de acordo com pesquisa feita pelo instituto Vox Populi.

De acordo com o levantamento, apenas 3% dos paulistanos consideram a gestão do petista ótima, enquanto 13% a classificam como boa, o que dá a Haddad 16% de avaliação positiva.

O prefeito com maior avaliação positiva é ACM Neto (DEM), de Salvador. De acordo com a pesquisa, 19% dos soteropolitanos consideram a gestão de ACM ótima e 42% boa, o que o deixa com 61% de aprovação.


O Vox Populi entrevistou 5,2 mil pessoas.

folha politica




Questionado no Roda Viva sobre o fato de ter conseguido aprovar somente dois projetos durante sua vida parlamentar, Jair Bolsonaro se comparou ao também presidenciável Ciro Gomes.

“Ciro Gomes foi parlamentar por quatro ano e não apresentou nenhum projeto.” Ele reclama que foi boicotado várias vezes.

“O projeto mais importante que aprovei, que foi o voto impresso, foi anulado pelo STF. Por que o meu projeto da castração química para estupradores não vai para frente? A bancada de esquerda não deixa.”

Ciro Gomes classifica o período como deputado federal, de 2007 a 2011, como o mais infeliz de sua vida pública, embora até isso seja discutível, já que a vida pública de Ciro foi composta de inúmeras “infelicidades”.

Durante os quatro anos em que esteve na Câmara, a excelência não apresentou um projeto de lei sequer para o país, e isso considerando que ele já possuía certa experiência política na época.



Eleitores na Nicarágua votaram em comunista inimigos dos Cristãos e hoje sofrem.

Aliança Evangélica da Nicarágua convoca intercessão pedindo por justiça.

A grave crise social e política causada pelo governo socialista na Nicarágua se arrasta a quase seis meses. O número de mortes está na casa das centenas, mas não existem estatísticas oficiais porque na prática há uma censura sobre esse tipo de notícia.

Assim como toda a população, os cristãos estão sendo afetados e vêm convocando intercessões públicas, clamando a Deus que “faça justiça” no seu país. Imagens de pessoas, no meio da rua, clamando ajoelhados tem se espalhado nas redes sociais.
Há centenas de pessoas presas pelo regime de Daniel Ortega sem motivo claro e o quadro que se desenha é muito próximo do que ocorreu na Venezuela sob Nicolás Maduro.

A imagem de pessoas unidas em oração foi tirada após uma onda de prisões na capital Manágua. Os manifestantes decidiram se ajoelhar e clamar a Deus por justiça no mesmo local enquanto eram observados por policiais.

Em julho, um movimento similar, liderado por católicos, fez rezas numa tentativa de “exorcismo” do atual governo.A Aliança Evangélica da Nicarágua, que reúne a maior parte das igrejas evangélicas do país vem convocando os crentes para uma campanha nacional de jejum e oração: “Há dois meses que a Aliança Evangélica vem pedindo que se faça jejum e oração para que o país volte ao normal, que a situação se normalize na Nicarágua”, disse Mauricio Fonseca, presidente da entidade.




Na reta final da campanha eleitoral, as pesquisas sobre intenções de voto tomam conta do noticiário e são uma fonte de informação importante tanto para os candidatos quanto para os eleitores.
O cientista político Geraldo Tadeu Monteiro afirma que as pesquisas desempenham papel importante na decisão do eleitor. De acordo com ele, existe tanto o voto útil, quando o eleitor quer ajudar alguém que tem mais chance; quanto o voto de veto, quando o eleitor quer fazer com que um candidato específico perca. "A pesquisa não determina, ela influencia como qualquer outra fonte de informação”, esclarece.
Segundo Monteiro, o resultado da pesquisa faz parte de um conjunto de informações que o eleitor usa a fim de decidir. “Se ele quiser votar no candidato que está ganhando ou ele acha que o voto útil para a sua tendência política é mais interessante, ele tem o direito de ter essa informação”.
O especialista considera, no entanto, um mito a tese de que o brasileiro vota no “cavalo que está ganhando”. Ele pesquisou o assunto e concluiu que só 5% dos eleitores podem mudar de voto se descobrirem que seu candidato não tem chance. “Os outros 95% escolhem um e vão com ele até o final”, destaca.
Espontâneas x estimuladas
Geraldo Tadeu Monteiro também fala sobre a diferença entre pesquisas espontâneas e estimuladas. Para ele, a espontânea mostra o grau de consolidação daquela opção de voto. “Quando o sujeito espontaneamente declina o nome do candidato é porque para ele aquela informação já está bem segura”.
Já a pesquisa estimulada, quando são apresentadas as opções para o eleitor, pode gerar resultados diferentes. “Na pesquisa espontânea, 56% das mulheres estão indecisas com relação ao candidato a presidente, mas quando você estimula, só 7% ficam indecisas”, exemplifica. 
Regras
As pesquisas são bastante controladas pela Justiça Eleitoral e buscam refletir as características da população. A lei eleitoral estabelece que devem ser declinadas na hora do registro todas as ponderações por idade, por sexo, por local de moradia. “Por isso os resultados são apresentados pelas regiões: Sudeste, Sul, Centro-Oeste. Mulheres e homens. E essa ponderação em geral usa os dados do próprio TSE ou do IBGE”, explica Monteiro.
Pelas técnicas de amostragem utilizadas, os entrevistados devem representar os 147 milhões de eleitores brasileiros. “Por exemplo, nós sabemos que 54% do eleitorado é feminino e, portanto, de cada mil entrevistados, 540 serão mulheres".
Os candidatos também ficam atentos aos recortes de idade, sexo e escolaridade feitos pelos institutos de pesquisa. Esses dados auxiliam no discurso que é feito para o eleitorado durante a campanha.
Prioridades
A pesquisa Datafolha divulgada no último dia 11, por exemplo, trouxe o que os eleitores consideram prioridade para as ações do próximo presidente. Saúde lidera com 40%. Em seguida, vêm educação, violência e desemprego. A corrupção, citada na própria pesquisa entre os principais problemas do País, aparece com 2% apenas.
Divergências
Geraldo Tadeu Monteiro afirma ainda que já houve casos na história das eleições brasileiras de resultados muito diferentes das pesquisas, muitas vezes por fatos ocorridos às vésperas da votação; mas ele acredita que isso não é motivo para restringir sua divulgação. A única restrição imposta hoje é em relação às pesquisas de boca de urna, feitas no dia da votação, que só podem ser divulgadas após o fechamento das urnas.
Resultados das urnas em 2014 foram muito diferentes das pesquisas em vários estados
O que é considerado boca de urna
Restrições
Na Câmara, o debate sobre esse tema é permanente e algumas propostas sugerem regras mais rigorosas para as pesquisas. A Comissão de Constituição e Justiça analisa projeto que permite divulgação de pesquisa só até 15 dias antes da eleição (PL 2/15). O autor, deputado Ricardo Barros (PP-PR), entende que as pesquisas podem prejudicar políticos e partidos, que às vésperas do pleito não conseguem verificar os dados e métodos utilizados.
Outro projeto, o PL 96/11, do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), aumenta a punição para institutos de pesquisa envolvidos em levantamentos fraudulentos. A matéria aguarda votação pelo Plenário.


Delegado afirmou à Justiça que participou de reunião entre Marcola, chefe da facção, e representantes da cúpula do governo em presídio.

Depoimento obtido com exclusividade pelo Estado mostra que representantes da cúpula do governo estadual fizeram um acordo com o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para pôr fim à onda de ataques da facção criminosa, em maio de 2006. A reunião foi feita dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes.

A declaração, do delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, foi dada durante depoimento em processo judicial que investigou advogadas supostamente ligadas ao crime organizado. Ele foi um dos escolhidos pelo governo para participar do encontro em 2006. Apesar de essa possibilidade ter sido divulgada na época dos atentados, o governo do Estado sempre negou o acordo com o PCC e admitiu apenas que a conversa com Marcola foi uma condição para a rendição da facção.
A proposta do crime organizado foi levada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia o direito dos presos e, na época, representava o PCC: se os responsáveis pelo comando dos atentados nas ruas fossem informados de que Marcola estava bem fisicamente, que não havia sido torturado por policiais e que os presos amotinados não seriam agredidos pela Polícia Militar, os ataques seriam encerrados.

O recado deveria ser dado pelo próprio chefe do PCC. O papel de Iracema era convencer Marcola a aceitar a ideia.
A cúpula das secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária, cujos chefes na época eram Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente, aceitaram a ideia da advogada. O então governador, Claudio Lembo, autorizou o encontro.

Missão. No depoimento, que está no processo criminal 1352/06, Cavalcanti conta que recebeu uma ligação em 14 de maio, dois dias depois do início dos ataques, do seu chefe Emílio Françolim - diretor do Departamento de Narcóticos, o Denarc -, convocando-o para a viagem. Na ocasião, dezenas de policiais já haviam sido mortos em atentados.

A missão do delegado era acompanhar a advogada Iracema Vasciaveo até o Presídio de Presidente Bernardes. Os dois e mais o corregedor da Secretaria da Administração Penitenciária, Antonio Ruiz Lopes, foram no avião da PM até Presidente Prudente, onde se encontraram com o comandante da região, coronel Ailton Brandão, e seguiram para o presídio.Marcola se recusou. Ele teria lamentado a morte tanto de policiais quanto de bandidos. A advogada insistiu e, finalmente, o chefe do PCC aceitou a proposta. Como não fala ao celular, ele pediu para chamar o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, que é de sua confiança.

Segundo Cavalcanti, “LH foi trazido para a sala e Marcola disse que ele poderia falar ao telefone e dar a mensagem da advogada; LH concordou, e a advogada entregou o seu telefone, que já tinha um número previamente gravado na memória, para onde LH ligou e conversou com uma pessoa desconhecida”.

O delegado negou a proposta de qualquer acordo, mas disse que Marcola pediu que a polícia respeitasse o direito dos presos, o que lhe foi garantido pelo comando da PM. Cavalcanti ainda relatou que “supõe que o bloqueador de celular tenha sido desligado”, pois LH fez algumas tentativas antes de completar a ligação. Por fim, declarou que “no fim daquele dia e no dia seguinte os ataques definitivamente pararam”. O policial não quis dar entrevista, mas confirmou as declarações.

Celulares. A advogada Iracema Vasciaveo confirmou os fatos narrados por Cavalcanti. Segundo ela, a situação estava “fora de controle”. Ela contou que, quando recebeu a proposta dos bandidos, levou ao conhecimento de colegas na Polícia Civil.

“Naquele domingo (14 de maio de 2006), recebi um telefonema com uma ordem: que eu fosse para o Campo de Marte, porque de lá seguiria para Presidente Bernardes.” Lá, a advogada afirma que recebeu de um policial os celulares usados no presídio.


Ela também rejeita a palavra “acordo”. Segundo Iracema, “havia uma chance para encerrar os ataques, e tudo foi feito para que isso fosse possível”.

folha da politica 


Lideranças evangélicas e católicas da Bolívia estão denunciando a tentativa do presidente Evo Morales criminalizar a evangelização. O “Novo Código do Sistema Criminal” boliviano, proposto em dezembro e que deve ser aprovado em breve, trouxe uma série de mudanças na legislação, visando se conformar à visão bolivariana de sociedade.

Bispos católicos e pastores de diferentes igrejas evangélicas chamam atenção o artigo 88, que prevê com prisão de sete  a doze (12). O problema é que seu 12º parágrafo caracteriza como crime “o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.

Nesta segunda-feira, centenas de evangélicos fizeram manifestações na capital La Paz. Além dos líderes religiosos, também protestam os advogados e os jornalistas. Eles denunciam que o Novo Código do Sistema Criminal acaba com a liberdade de imprensa nos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação”. Na prática, eles preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.

O argumento central do governo boliviano é que a liberdade de expressão (seja ela religiosa ou na imprensa) é uma “concessão de Estado”. Esse é um pensamento típico das ditaduras, que aproxima mais ainda a Bolívia da Venezuela, que compartilha do mesmo ideal “bolivariano” – que nada mais é uma forma latino-americana de comunismo.
Um grupo de representantes da associação Igrejas Evangélicas Unidas revelou fez um ato em frente ao Palácio do Governo e à Assembleia Legislativa, que deverá aprovar as mudanças propostas por Evo Morales. Eles divulgaram uma declaração onde exigem “a revogação total do Novo Código do Sistema Criminal”.

Susana Inch, assessora jurídica da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), disse que “Há uma forte preocupação na Igreja Católica e em todas as instâncias religiosas por causa do conjunto de leis que estão gerando ambiguidades, onde os direitos fundamentais das pessoas podem ser afetados… resultando em uma perseguição injustificada”.
Campanha de oração
Segundo os pastores, o artigo 88 dá margem a interpretações de que qualquer atividade de evangelização seja criminalizada. Também dizem que isso inviabiliza o trabalho com pessoas que recebem nos centros de recuperação de alcoolismo e dependência de drogas dirigido por religiosos.
As propostas da nova lei contradizem o artigo 4 da Constituição da Bolívia, que prevê a liberdade de culto. No entendimento dos líderes religiosos, toda manifestação fora dos templos estaria sujeita à censura, o que impediria, por exemplo, retiros de igrejas, procissões ou caminhadas do tipo “Marcha para Jesus”.

Chamam a atenção também para as “restrições à realização de atividades em grupo”, contempladas na nova legislação, que poderia resultar na intromissão do governo nas atividades das igrejas, como cultos.

O pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz, acredita que a formulação desta lei os impedirá de pregar e evangelizar nas ruas. Por isso, eles estão fazendo uma campanha de oração e jejum em favor do país.
A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma “situação de emergência, que pelo visto é gravíssima”. Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto. 




Quando era ministro da Educação, Haddad criou o chamado “kit gay”, lançado em 2011. Era uma proposta de implantação de educação sexual para crianças á partir de 6 anos de idade em escolas públicas com materiais pró-homossexualismo  onde seria mostrado vídeos de crianças homossexuais do mesmo sexo transando e se acariciando que foi alvo de diversas críticas.
O programa trazia vídeos elaborados pelo Ministério sobre homossexualidade, transexualidade e bissexualidade defendendo os direitos dessa população sobre os heterossexuais. Além disso, também é favorável às manifestações de orgulho gay. 


folha da politica 



Courtney Whithorn começou a roer unhas quando estava no ensino médio e sofria bullying. O mecanismo de defesa acabou virando um hábito. 

Depois, um vício. Em 2014, a inglesa que mora em Gold Coast (Austrália) chegou a arrancar toda a unha de um dos polegares.

Logo depois disso, ela notou que o dedo começou a escurecer. Mas Courtney conseguiu esconder o problema de parentes e amigos.

Até que em julho deste ano, a inglesa, de 20 anos, foi diagnosticada com um tipo de câncer no polegar que tem ligação ao vício de roer unhas e aos traumas por ele provocados.

A estudante universitária foi submetida a quatro cirurgias, contou reportagem do "Sun". Mas elas não deram certo. Foi após uma delas, com cirurgião plástico em Sydney (Austrállia), que parte do tecido retirado foi enviado para biópsia. O resultado apresentou a presença de melanoma.

Recentemente, Courtney teve que amputar parte do polegar direito para deter o avanço do câncer."Quando descobri que roer unhas era a causa do meu câncer, eu fiquei despedaçada", contou a jovem. 

"Eu mantinha o polegar escondido com o punho fechado, pois não queria que ninguém visse, mesmo os meus pais. Até que resolvi mostrar neste ano", acrescentou ela.

Courtney teve que trancar matrícula na Griffiths University para tratar a doença. Ela também terá que reaprender a escrever, uma de suas paixões.

O vício de roer unhas - associado a quadros de ansiedade, estresse e nervosismo - tem nome técnico: onicofagia. Com informações do site do Jornal Extra.

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (5) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial.

Vamos aos números:

Jair Bolsonaro (PSL): 22%
Marina Silva (Rede): 12%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Fernando Haddad (PT): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera (PSTU): 1%
João Goulart Filho (PPL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 21%
Não sabe/não respondeu: 7%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo". É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral e o primeiro depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura de Lula.





Com a quebra do sigilo telefônico e de dados, a Polícia Federal (PF) vai aprofundar as investigações sobre Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter esfaqueado, na última quinta-feira (6), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG). Ainda não foi revelado quem está pagando os honorários dos quatro advogados que o defendem – Fernando Magalhães, Zanone Oliveira Júnior, Marcelo da Costa e Pedro Possa.

Os advogados disseram, segundo a Agência Brasil, que foram contratados por um fiel da igreja Testemunhas de Jeová de Montes Claros, frequentada pela família de Adélio. Em comunicado à imprensa, a igreja Testemunhas de Jeová no Brasil disse que não contratou os advogados e que nem Adélio nem sua família são seguidores da igreja. "Portanto, a declaração do advogado de que foi contratado por Testemunha de Jeová, conforme veiculada pela mídia, não é verídica", diz a nota.

A PF está investigando se Adélio recebeu ajuda para praticar o ato. Mais duas pessoas são suspeitas de participação no ataque ao candidato. Uma delas está internada após se envolver em uma briga durante a agressão. A investigação vai levantar se Adélio agiu sozinho e como se mantinha na cidade, onde estava hospedado em uma pensão. Ele pagou adiantado R$ 400 pelo maior quarto da hospedagem. A PF poderá rastrear a movimentação de Adélio a partir da quebra de seu sigilo telefônico, autorizada pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora.

A magistrada converteu a prisão em flagrante de Adélio em prisão preventiva, sem prazo determinado. O agressor foi transferido para o presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS), onde está em uma cela individual, para resguardar sua integridade física.

A defesa de Adélio descarta a participação de outras pessoas no ataque a Bolsonaro, inclusive de um mentor intelectual. Os advogados disseram que ele agiu sozinho e de rompante. A ideia de atacar o candidato, segundo a defesa, surgiu três dias antes, e Adélio foi estimulado pelo discurso de Bolsonaro sobre quilombolas. Ainda assim, a família de Jair Bolsonaro tem falado, sem apontar indícios, em "crime premeditado".



O pastor Silas Malafaia, líder da igreja evangélica Vitória em Cristo, tem uma série de posts no Twitter tem relacionado o agressor do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), Adelio Bispo de Oliveira ao Partido dos Trabalhadores(PT), mesmo tendo sido confirmado que ele foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014 e não tem filiação a nenhum partido atualmente.
No primeiro deles, segundo o G1, Malafaia disse que "o criminoso que tentou matar Bolsonaro é militante do PT e assessora a campanha de Dilma ao Senado em Minas". 
Logo depois da publicação, Malafaia foi questionado no próprio Twitter pelo fato de que não há registro de que Adelio seja filiado ao PT. 
Em resposta a Malafaia, a campanha de Dilma, que é candidata do PT ao Senado em Minas, informou na sexta-feira (7) que vai processar o pastor por injúria, calúnia e difamação.
Malafaia respondeu dizendo, também na rede social: "Eu não falei que o criminoso que tentou matar Bolsonaro é funcionário de Dilma, eu falei que assessora no sentido de apoiar a campanha dela. Foi preso com 4 telefones e 1 lap top, sempre apoiando as causas petistas. ELE APOIA DILMA!"
No mesmo dia, Malafaia afirmou na rede social que o criminoso estava há 15 dias em Juiz de Fora, "pagando a pensão com dinheiro ao vivo. Tem curso superior, não é doente mental, tem mais gente envolvida com certeza. O camarada é petralha, não adianta negar.”
E disse ainda que seria uma “grande honra” ser processado por Dilma.

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