Julgamento da Universal em Angola revelará que tudo foi uma armação contra a igreja?

 




O que gerou a notícia: começou ontem o julgamento de representantes da Igreja Universal do Reino de Deus de Angola, sob confusão e tumulto.

O que aconteceu: O juiz chamou um dos pastores acusados, aparentemente, sem saber que o mesmo não estava mais no país, por ter sido deportado pelo próprio governo sem explicações.

(Quase 100 pastores da Universal que foram deportados de Angola este ano ainda não foram informados pelas autoridades do motivo da expulsão.)

O advogado de acusação tentou agredir o Bispo Gonçalves no corredor do tribunal, provocando a intervenção de seguranças.

Quais são as acusações: supostos crimes de associação criminosa, evasão de divisas, castração de pastores, entre outras alegações absurdas feitas por um grupo de ex-pastores expulsos da Igreja por gravíssimos desvios de conduta. Esses mesmos ex-oficiais agrediram, invadiram e tomaram à força templos da Universal no país, emitindo declarações xenófobas contra a liderança brasileira, além de difamações e falsificação de documentos. Contrariamente às acusações feitas à Universal, que são vazias de provas, todos os atos criminosos dos ex-pastores foram vastamente documentados na Justiça.

Observadores apontam: o julgamento não tem base para avançar, não havendo outra opção a não ser o arquivamento do processo e o retorno do patrimônio da Universal aos seus devidos dirigentes e membros. Milhares de fiéis demonstraram seu apoio pacificamente em frente ao tribunal no dia de ontem. O julgamento continua hoje.

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