México, Suécia e Noruega não aderir a vacinação para crianças

 





O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador (foto abaixo), disse, no dia 26 de janeiro, que o país não tornará obrigatória a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos.

Apesar disso, Andrés tem incentivado a população acima de 18 anos a se vacinar. Cerca de 89% dos adultos já foram imunizados no país, até a publicação desta reportagem. O presidente mexicano ainda considera que o cenário da COVID-19 se complica por causa da “campanha perversa de desinformação”, pois, há uma preocupação com o dinheiro e não com as pessoas, aponta.
Mesmo ponto de vista

A medida com relação à vacinação infantil adotada por Andrés concorda com Suécia e Noruega, que já afirmaram não recomendar a imunização nesta faixa etária.

A Noruega, no dia 14 de janeiro, afirmou que o conhecimento sobre os efeitos colaterais das vacinas em crianças ainda são limitados e que, portanto, o imunizante deveria ser recebido apenas de maneira voluntária.

Já a Suécia considerou, acima de tudo, que as crianças possuem um baixo risco de apresentar quadros graves da COVID-19 e que, portanto, não há evidências de que a imunização verdadeiramente seja significativa.

Semelhantemente, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, já havia se posicionado da mesma maneira sobre o tema e, por causa disso, tem sido uma voz de resistência, se preocupando com as possíveis consequências ruins.

“O que nós queremos? É responsabilidade. Eu não tenho poder de falar assim: vai ter ou não vai ter a vacina obrigatória. A decisão foi dada por decisão judicial para governadores e prefeitos”, explicou Bolsonaro em uma live, do dia 2 de dezembro último. “A Anvisa continua, ali, na bula: ‘Não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral’. É uma decisão, realmente, complicada para qualquer pai”.

Contrariamente, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem aprovado a iniciativa de imunização de crianças entre 5 e 11 anos.

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