Brasil se destaca na economia global

 




O Brasil é um dos únicos países do mundo que seguem crescendo em meio a uma crise mundial.

Tivemos uma pandemia recentemente, caso o leitor nem lembre mais disso. Como reação, governadores e prefeitos, com aval supremo, acharam que era "científico" manter todos em casa sem poder trabalhar. O presidente Bolsonaro alertou que isso era um erro e que tínhamos que olhar para a economia também. Mas o outro lado demonizou como insensível tal postura prudente, e repetiu que a economia ficava para depois.


O depois chegou inexorável em sua cronologia. Como resultado, mais inflação e menos emprego. O outro lado, o mesmo do lockdown, passou então a culpar o governo federal por isso, sem sequer mencionar a existência da pandemia - é como se ela nunca tivesse existido. Cada número ruim era responsabilidade de Bolsonaro, e ponto.


Ocorre que, se as mortes durante a pandemia, jogadas na conta do presidente, não foram responsabilidade sua, a recuperação econômica mais forte do Brasil foi, sim, mérito direto do governo. E é daí que vem o desespero da turma que fala em "despiora" e lamenta ter de dar notícias boas sobre nossa economia. Elas, porém, indiferentes aos apelos dos que torcem contra, continuam vindo com toda a força.


Enquanto o FMI prevê um cenário sombrio para a economia global, o Brasil é um dos únicos países com melhora das projeções. A projeção subiu de 0,8% para 1,7%, convergindo com estimativas que o governo tinha. O desemprego, divulgado hoje, recuou para 9,3%, o menos índice desde 2015.


Já os Estados Unidos estão em recessão técnica, em que pese o esforço do governo Biden para alterar a definição do troço no afã de alterar a realidade, e o PIB americano deve cair 0,9% no segundo trimestre. Isso num cenário de inflação acima de 8% ao ano, a maior em 40 anos!

Dos nossos vizinhos é melhor nem falar. O Chile, que mergulhou no esquerdismo, já não deve crescer nada este ano, enquanto a Argentina lulista afunda no completo caos venezuelano, conforme Bolsonaro previu. A inflação deve bater 80%, a moeda não vale mais nada, a miséria disparou. Mas o governo, ao menos, está impondo a "linguagem neutra" em seus ministérios...

O discurso econômico, que a oposição achou que seria seu grande trunfo a reboque da pandemia, é o que mais interessa ao presidente em sua campanha de reeleição. A confrontação dos dados econômicos brasileiros com os de nossos vizinhos ou mesmo com os americanos mostra um Brasil firme e forte, e isso terá peso nas eleições. Ninguém gosta de mexer em time que está vencendo...



FONTE: GAZETADOPOVO.COM.BR

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