Os planos do PT para o tráfico de drogas

 



Um integrante da alta cúpula do PT, Partido dos Trabalhadores, de esquerda, em recente declaração, deixou a sociedade, as pessoas de bem e o sistema de segurança pública do Brasil em estado de alerta total. Trata-se do governador do Estado da Bahia, Rui Costa. Ele afirmou que o País precisa discutir o tráfico de drogas, mas sob a óptica de que esse crime gera muitos empregos para os jovens e movimenta muito dinheiro.

Está virando rotina os líderes do PT falarem deliberadamente – o que é bom para o povo saber o que eles pensam – e até Lula já foi aconselhado a fechar mais a boca para não delatar suas reais intenções, caso volte ao governo, mas eles não conseguem se conter quando o assunto é o plano de poder pelo poder. O governador do PT pensa em lidar de uma forma peculiar com o problema das drogas, sob o argumento de que a capilaridade das drogas é grande e emprega muitas pessoas, principalmente os jovens. Segundo ele, é bem-visto que jovens sejam usados como delivery do tráfico.

Desde quando bandido e traficante dão emprego para alguém? O governador do PT tenta fazer com que as pessoas acreditem que aliciar para o crime é sinônimo de empregabilidade. Só que quem gera emprego e renda no País são os empreendedores, empresários e trabalhadores do setor produtivo. O crime e todas as suas atividades paralelas só produzem violência, morte, destruição da família e opressão. O tráfico de drogas jamais será uma forma legítima de trabalho ou emprego.

Se formos aplicar essa ideia de que as pessoas que auxiliam o tráfico, entregando a droga para o viciado, devem ser poupadas da disciplina da lei, o tráfico de drogas irá prevalecer diante do trabalho das forças de segurança pública. Isso não é trabalho, é servidão à base do terror, e quem se ocupa entregando drogas para ganhar o sustento está constantemente sob ameaça de morte por parte do traficante. É isso que o PT quer para os trabalhadores?

Outra justificativa para discutirmos e sentarmos à mesa com traficantes, segundo o governador do PT, é que eles movimentam bilhões de dólares ao redor do mundo. Então, só o fato de um negócio movimentar muito dinheiro é suficiente para o Estado legalizá-lo? O costume do uso de drogas irá anular os princípios morais básicos que toda sociedade decente deve preservar? Seria essa mais uma das aberrações da plataforma de governo do PT que estava em oculto?

A situação em que se encontra o Estado da Bahia nas mãos do PT contrasta com sua exuberante beleza natural. Hoje, o Estado possui um dos piores índices de educação, com elevado aumento da criminalidade. Para justificar sua posição, talvez ele queira mascarar um crescimento econômico e geração de emprego e renda, não se importando com as consequências que o uso da droga causa na família e em toda a base da sociedade.

Em recente declaração, o secretário de Segurança do PT, Ricardo Mandarino, defendeu a descriminalização do uso da maconha, alegando que as drogas tiram o viciado “das amarras mentais” e tornam o drogado um “emancipado mental”. E concluiu dizendo que as pessoas não podem ficar presas “nessas caixinhas”.

No entanto, pesquisas comprovam que o uso frequente da maconha pode aumentar em até quatro vezes o risco de sofrer esquizofrenia. Além de aumentar a probabilidade de o usuário ter hipertensão e complicações vasculares e ainda de ficar propenso a desenvolver isquemia cerebral, tal como dependência e perda de memória.

De nenhuma forma o envolvimento com as drogas é algo salutar para a sociedade ou para o usuário de entorpecentes. Não podemos confiar em um partido político que negocia com traficantes. O Estado não pode se render a criminosos sob a justificativa de que o crime movimenta altas somas de dinheiro e emprega algumas pessoas que não têm parte com a criminalidade. Fazer isso é o mesmo que fazer um pacto com o mal. A cada dia que passa, conhecendo as plataformas de governo do PT, o povo brasileiro fica mais convicto de que a esquerda não serve para governar o País, que majoritariamente zela pelos princípios básicos da família, da ética e da moral cívica.

Denis Farias é advogado, professor e consultor jurídico



Folhauniveral

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